quinta-feira, 18 de março de 2010

TEMPO ADIANTE


Presente, tu não és confiável
Escapas quando te percebo
Tu nunca és no que pareces ser
Escorregas no alvorecer
Presente ,tu te consomes no ato
O que estavas por fazer,mato
E não percebo mais o fato
Seguiste para outra dimensão?
.................................................
estou sempre atrás no adiante
estive e estarei e nunca estou
presente perante
quando penso está neste
passou!
sorveu !
correste!

sempre no pré(s)
e quando és
não és...
nunca chegas no ‘ente’
fica pendente:
Presente.

2 comentários:

Bruno Oliveira disse...

He, he, he... O presente que num é confiável ou é o eu-lírico distraído?? BRINCADEIRA... Gostei do poema! Sintetiza bem o momento atual: presente (ou presença) ausente. Bacana à Bessa!

Abraço!!

Alessandra Zelinda Bessa disse...

o eu-lírico é avoado sim ...rs
mas o poema é filosofía misturado com sentimento:devaneios sobre o presente.

abraço.